Acordei assustada e dei um pulo da cama, meu deus o que foi aquilo?
Passei a noite toda em claro, pensando naquele pesadelo. Era perturbador.
Observei o anel por um instante, será que aquele sonho quis me alertar sobre o dono do anel?
Mais que exagero do meu sonho! Por que não representar o dono, de uma maneira mais agradável?
Mas, e se ele for de uma família de Gangsteres? Ele me parecia tão perigoso...
Varias coisas se passavam pela minha cabeça, até que vi o relógio e já eram 6:00 horas.
O dia inteiro eu fiquei calada pensando no pesadelo, tentando achar uma explicação. Eu sabia que era apenas um sonho, mais fora real demais!
Resolvi ligar para Kris para contar, mais ela não estava em casa. Senti-me sem chão...
Não podia desabafar com meu irmão, por que ele iria brincar com minha cara e faria birra para ver o anel.
Deitada, imersa em pensamentos, confusa, e assustada. Foi assim até de noite, quando sem querer peguei no sono. Mas não sonhei mais nada misterioso, a noite foi tranqüila.
Acordei com o despertador gritando histérico ao meu lado.
Fiz as mesmas coisas de sempre e fui para a escola. Kris não estava lá. Então peguei meu celular para ligar para casa dela.
- Alô? Disse uma voz fraca que logo em seguida se afastava do telefone, e mesmo assim eu pude escutar uma tosse.
- Kris? Perguntei arqueando a sobrancelha.
- Ai é você Kim! Eu tentei ligar para o seu celular ontem mais estava desligado!
- Desculpa... Mais por que você não veio pra escola?
- Mulher, eu estou morrendo! Estou com uma gripe horrível! Minha cabeça, meu corpo e minha garganta doem, e eu to com náusea! Choramingou no telefone.
- Nossa! Espero que melhore!
- Deus lhe abençoe mulher, agora eu tenho que desligar. Vou tomar meu veneno, quer dizer, remédio! Ela desligou.
Era impressionante como ela conseguia ser engraçada mesmo nessas situações!
Depois do sinal, fui para sala mais lá estava a diretora.
- Kim, tem alguém querendo falar com você, e disse que é urgente. Disse ela me olhando com um ar de curiosidade.
- Quem? Perguntei, mais não obtive respostas.
Cheguei à diretoria e vi um homem parado de costas, perto da mesa. O mesmo virou-se lentamente, e pude ver seu rosto, que por sinal era fantástico!
Seus olhos eram verdes cintilantes, sua pele branca como a neve, seu sorriso era leve, era como olhar para uma paisagem. Ele se aproximou de mim, seus passos eram leves e sutis.
- Posso conversar com ela lá fora, minha cara? Mesmo ele se dirigindo a diretora, seus olhos ainda estavam focados em mim. Eu sentia meu coração disparar, e não tinha mais reação alguma. Nunca tinha sentido algo do tipo.
- Claro, meu jovem! A diretora falou com um sorriso enorme estampado em seu rosto.
Ele andou sutilmente até a porta e me olhou, erguendo uma sobrancelha.
- Você não vem?
- Ah! É claro... Disse meio boba, andando lentamente até a porta, onde agora eu saia com ele.
Ele pareceu esperar que a diretora saísse de nossas vistas, e com um movimento rápido e forte ele segurou meu pescoço, me jogando contra a parede. Percebi seus olhos brancos e suas olheiras vermelhas. Agora eu podia ver com clareza seus caninos grandes e afiados. Eu sentia uma dor enorme em meu corpo, e um desespero horrível. Por que ele estava fazendo aquilo?
- Aonde esta o anel? Dei-me ele! Falou ordenando.
Ah, ótimo. Era o dono do anel, o mesmo com quem eu sonhara diversas vezes.
- Quem é você? Perguntei com a voz falha.
- Eu perguntei primeiro imbecil! Ele falou em um tom de voz grosseiro e estúpido.
- Se eu estivesse ou não com o anel, só o daria quando soubesse se você é realmente o dono!
- Então você quer morrer, ao me dar o anel? Que decisão mais estúpida. Disse ele revirando os olhos.
Ele me soltou e cai no chão com minhas mãos ao redor de meu pescoço, o mesmo doía absurdamente.
Ele ficou andando de um lado para o outro e depois me olhou.
- Eu não vou avisar duas vezes garota, me de o anel! Ele estendeu sua mão a minha frente, nervoso. – Estou ordenando!
Agora estava igualzinho ao meu pesadelo! Será que eu tive um Deja Vu? Aquilo tudo era muito estranho e apavorante.
- Esta bem, se você não o der para mim, vai ter uma conversa bem desagradável com minha família, sua misera mortal!
Ele colocou suas mãos gélidas e duras em mim e me puxou para uma floresta que havia perto da escola. Era isso! Como eu nunca tinha notado aquela floresta? Como eu sou idiota.
Eu não conseguia falar nada por conta de minha garganta, que estava latejando de dor. Notei que estávamos na mesma floresta do meu sonho anterior.
Ele me puxou com força e eu finalmente abri minha boca, mais só pude gritar por conta da dor. Sua mão apertava meu pulso com força, e minha garganta parecia se rasgar por conta do grito que dei á pouco. Aquilo era irreal! Por que ele estava fazendo isso? Por que ele queria tanto o anel? O que era ele, afinal?
- Vai me dar ou não, cherrie? Ele me olhava impaciente.
- Não estou com o anel. Eu não estava mentindo, eu possuía o anel, mais não estava com ele naquele momento.
- Vai mentir agora, cherrie?
- Não estou mentindo. Disse olhando para baixo.
Ele olhou para baixo e deu uma risada sínica. – Se você não o der para mim... Eu irei achá-lo de qualquer maneira, não preciso de você, misera mortal!
Ele havia me chamado assim no sonho...
Sem sombras de duvidas, era ele com quem eu sonhara.
O olhei brevemente e sabia que aquela era a hora de minha morte. Tudo aconteceu muito rápido, ele ergueu a mão mostrando suas garras e quando chegaram perto de meu pescoço algo me puxou para trás com uma velocidade absurda, em questão de segundos vi uma mulher de cabelos grandes e negros, com uma pele branca igual à dele, segura-lo com força o jogando para longe com a mesma velocidade que me empurrara.
Ela andou depressa até a mim e me segurou firme contra sua barriga, percebi asas crescerem de suas costas e levantarem vôo me levando para o mais alto possível.
- O que foi isso? Perguntei assustada.
- Aquele é um anel de grande valor para ele! Disse a linda garota que voava comigo, levemente. Espera ai... Ela estava voando!
- Isso eu percebi... Mais... Como é que esta fazendo isso? Arregalei os olhos.
- Eu não sei se isso é o certo a fazer... Não sei se conto, ou se apago sua memória... Disse pensativa.
- Ei! Você não vai apagar memória nenhuma, valeu? Arqueei as sobrancelhas.
- A verdade pode ser cruel minha jovem mortal.
- Mais cruel do que o que eu acabei de presenciar? Por favor, conte-me! Implorei.
Senti meu peso indo cada vez mais para baixo agora, e percebi que ela estava pousando em outra floresta, longe da anterior.
- Meus pais iram me matar... E a corte então? Não quero nem imaginar! Ela choramingava.
- Ei, ta tudo bem, se eles tentarem alguma coisa, chama a policia! Falei em um tom inocente.
Percebi ela revirar os olhos. O que falei de errado, afinal?
- Olhe, eu não posso te falar esta bem? Mais você pode descobrir... Eu posso ver em você, que eis inteligente...
- Como assim? Por que não pode falar? Ninguém vai escutar, são só eu e você aqui, mais ninguém... Falei rolando os olhos pela floresta.
- Você não entende não é? Você tem que descobrir por conta própria. Não pensaram que fui eu a culpada de revelar o segredo. Então poderei ajudá-la as escondidas, sem ninguém saber!
Assim que ela falou, entendi o que ela queria dizer. Então balancei a cabeça positivamente.
- Mas, dei-me pelo menos alguma dica!
- Nossa... todo esse sol irrita tanto minha pele. As vezes até parece que irei queimar. Ela colocou as mãos em seu rosto e então me segurou, e me levou até perto de casa.
- Mais o que foi aquilo? Eu pedi uma dica e você veio me falando de sol mulher? Franzi o cenho.
Ela piscou levemente para mim, como se fosse algum tipo de charada e então levantou vôo e sumiu no ar.
Respirei fundo e entrei silenciosamente em casa, minha avó estava assistindo televisão, e então andei devagar até a escada sem fazer barulho.
- Algum problema? Perguntou ela virando para me olhar.
- Ai vó, desculpa, é que eu tive uma dor de barriga horrível então tive que sair mais cedo, descu... Fui interrompida.
- Mais o que? Do que esta falando? Chegou na hora certa minha querida.
Olhei para o relógio e eram 12:05... Ufa, aquela mulher me deixou em casa na hora certa de terminar minha aula. Será que ficaram preocupados, na escola? Liguei para Kris e ela me avisou de um trabalho que teríamos que fazer em grupo... Eu tinha esquecido completamente! ela viria mais tarde a minha casa, ainda hoje.
Subi as escadas, rumo ao meu quarto e me sentei na cadeira de frente ao computador, encostei meu rosto na janela e fechei meus olhos, tudo o que acontecera se passava em minha cabeça como um filme, aquilo não podia ter sido real, era inacreditável!
Então abri meus olhos rapidamente quando lembrei que tinha que descobrir o que exatamente eu vi hoje... Que espécie de mulher era aquela? E aquele homem...
Eu descobrirei, nem que tenha que passar dia e noite pesquisando. Eu irei descobrir, sim!
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Passei a noite toda em claro, pensando naquele pesadelo. Era perturbador.
Observei o anel por um instante, será que aquele sonho quis me alertar sobre o dono do anel?
Mais que exagero do meu sonho! Por que não representar o dono, de uma maneira mais agradável?
Mas, e se ele for de uma família de Gangsteres? Ele me parecia tão perigoso...
Varias coisas se passavam pela minha cabeça, até que vi o relógio e já eram 6:00 horas.
O dia inteiro eu fiquei calada pensando no pesadelo, tentando achar uma explicação. Eu sabia que era apenas um sonho, mais fora real demais!
Resolvi ligar para Kris para contar, mais ela não estava em casa. Senti-me sem chão...
Não podia desabafar com meu irmão, por que ele iria brincar com minha cara e faria birra para ver o anel.
Deitada, imersa em pensamentos, confusa, e assustada. Foi assim até de noite, quando sem querer peguei no sono. Mas não sonhei mais nada misterioso, a noite foi tranqüila.
Acordei com o despertador gritando histérico ao meu lado.
Fiz as mesmas coisas de sempre e fui para a escola. Kris não estava lá. Então peguei meu celular para ligar para casa dela.
- Alô? Disse uma voz fraca que logo em seguida se afastava do telefone, e mesmo assim eu pude escutar uma tosse.
- Kris? Perguntei arqueando a sobrancelha.
- Ai é você Kim! Eu tentei ligar para o seu celular ontem mais estava desligado!
- Desculpa... Mais por que você não veio pra escola?
- Mulher, eu estou morrendo! Estou com uma gripe horrível! Minha cabeça, meu corpo e minha garganta doem, e eu to com náusea! Choramingou no telefone.
- Nossa! Espero que melhore!
- Deus lhe abençoe mulher, agora eu tenho que desligar. Vou tomar meu veneno, quer dizer, remédio! Ela desligou.
Era impressionante como ela conseguia ser engraçada mesmo nessas situações!
Depois do sinal, fui para sala mais lá estava a diretora.
- Kim, tem alguém querendo falar com você, e disse que é urgente. Disse ela me olhando com um ar de curiosidade.
- Quem? Perguntei, mais não obtive respostas.
Cheguei à diretoria e vi um homem parado de costas, perto da mesa. O mesmo virou-se lentamente, e pude ver seu rosto, que por sinal era fantástico!
Seus olhos eram verdes cintilantes, sua pele branca como a neve, seu sorriso era leve, era como olhar para uma paisagem. Ele se aproximou de mim, seus passos eram leves e sutis.
- Posso conversar com ela lá fora, minha cara? Mesmo ele se dirigindo a diretora, seus olhos ainda estavam focados em mim. Eu sentia meu coração disparar, e não tinha mais reação alguma. Nunca tinha sentido algo do tipo.
- Claro, meu jovem! A diretora falou com um sorriso enorme estampado em seu rosto.
Ele andou sutilmente até a porta e me olhou, erguendo uma sobrancelha.
- Você não vem?
- Ah! É claro... Disse meio boba, andando lentamente até a porta, onde agora eu saia com ele.
Ele pareceu esperar que a diretora saísse de nossas vistas, e com um movimento rápido e forte ele segurou meu pescoço, me jogando contra a parede. Percebi seus olhos brancos e suas olheiras vermelhas. Agora eu podia ver com clareza seus caninos grandes e afiados. Eu sentia uma dor enorme em meu corpo, e um desespero horrível. Por que ele estava fazendo aquilo?
- Aonde esta o anel? Dei-me ele! Falou ordenando.
Ah, ótimo. Era o dono do anel, o mesmo com quem eu sonhara diversas vezes.
- Quem é você? Perguntei com a voz falha.
- Eu perguntei primeiro imbecil! Ele falou em um tom de voz grosseiro e estúpido.
- Se eu estivesse ou não com o anel, só o daria quando soubesse se você é realmente o dono!
- Então você quer morrer, ao me dar o anel? Que decisão mais estúpida. Disse ele revirando os olhos.
Ele me soltou e cai no chão com minhas mãos ao redor de meu pescoço, o mesmo doía absurdamente.
Ele ficou andando de um lado para o outro e depois me olhou.
- Eu não vou avisar duas vezes garota, me de o anel! Ele estendeu sua mão a minha frente, nervoso. – Estou ordenando!
Agora estava igualzinho ao meu pesadelo! Será que eu tive um Deja Vu? Aquilo tudo era muito estranho e apavorante.
- Esta bem, se você não o der para mim, vai ter uma conversa bem desagradável com minha família, sua misera mortal!
Ele colocou suas mãos gélidas e duras em mim e me puxou para uma floresta que havia perto da escola. Era isso! Como eu nunca tinha notado aquela floresta? Como eu sou idiota.
Eu não conseguia falar nada por conta de minha garganta, que estava latejando de dor. Notei que estávamos na mesma floresta do meu sonho anterior.
Ele me puxou com força e eu finalmente abri minha boca, mais só pude gritar por conta da dor. Sua mão apertava meu pulso com força, e minha garganta parecia se rasgar por conta do grito que dei á pouco. Aquilo era irreal! Por que ele estava fazendo isso? Por que ele queria tanto o anel? O que era ele, afinal?
- Vai me dar ou não, cherrie? Ele me olhava impaciente.
- Não estou com o anel. Eu não estava mentindo, eu possuía o anel, mais não estava com ele naquele momento.
- Vai mentir agora, cherrie?
- Não estou mentindo. Disse olhando para baixo.
Ele olhou para baixo e deu uma risada sínica. – Se você não o der para mim... Eu irei achá-lo de qualquer maneira, não preciso de você, misera mortal!
Ele havia me chamado assim no sonho...
Sem sombras de duvidas, era ele com quem eu sonhara.
O olhei brevemente e sabia que aquela era a hora de minha morte. Tudo aconteceu muito rápido, ele ergueu a mão mostrando suas garras e quando chegaram perto de meu pescoço algo me puxou para trás com uma velocidade absurda, em questão de segundos vi uma mulher de cabelos grandes e negros, com uma pele branca igual à dele, segura-lo com força o jogando para longe com a mesma velocidade que me empurrara.
Ela andou depressa até a mim e me segurou firme contra sua barriga, percebi asas crescerem de suas costas e levantarem vôo me levando para o mais alto possível.
- O que foi isso? Perguntei assustada.
- Aquele é um anel de grande valor para ele! Disse a linda garota que voava comigo, levemente. Espera ai... Ela estava voando!
- Isso eu percebi... Mais... Como é que esta fazendo isso? Arregalei os olhos.
- Eu não sei se isso é o certo a fazer... Não sei se conto, ou se apago sua memória... Disse pensativa.
- Ei! Você não vai apagar memória nenhuma, valeu? Arqueei as sobrancelhas.
- A verdade pode ser cruel minha jovem mortal.
- Mais cruel do que o que eu acabei de presenciar? Por favor, conte-me! Implorei.
Senti meu peso indo cada vez mais para baixo agora, e percebi que ela estava pousando em outra floresta, longe da anterior.
- Meus pais iram me matar... E a corte então? Não quero nem imaginar! Ela choramingava.
- Ei, ta tudo bem, se eles tentarem alguma coisa, chama a policia! Falei em um tom inocente.
Percebi ela revirar os olhos. O que falei de errado, afinal?
- Olhe, eu não posso te falar esta bem? Mais você pode descobrir... Eu posso ver em você, que eis inteligente...
- Como assim? Por que não pode falar? Ninguém vai escutar, são só eu e você aqui, mais ninguém... Falei rolando os olhos pela floresta.
- Você não entende não é? Você tem que descobrir por conta própria. Não pensaram que fui eu a culpada de revelar o segredo. Então poderei ajudá-la as escondidas, sem ninguém saber!
Assim que ela falou, entendi o que ela queria dizer. Então balancei a cabeça positivamente.
- Mas, dei-me pelo menos alguma dica!
- Nossa... todo esse sol irrita tanto minha pele. As vezes até parece que irei queimar. Ela colocou as mãos em seu rosto e então me segurou, e me levou até perto de casa.
- Mais o que foi aquilo? Eu pedi uma dica e você veio me falando de sol mulher? Franzi o cenho.
Ela piscou levemente para mim, como se fosse algum tipo de charada e então levantou vôo e sumiu no ar.
Respirei fundo e entrei silenciosamente em casa, minha avó estava assistindo televisão, e então andei devagar até a escada sem fazer barulho.
- Algum problema? Perguntou ela virando para me olhar.
- Ai vó, desculpa, é que eu tive uma dor de barriga horrível então tive que sair mais cedo, descu... Fui interrompida.
- Mais o que? Do que esta falando? Chegou na hora certa minha querida.
Olhei para o relógio e eram 12:05... Ufa, aquela mulher me deixou em casa na hora certa de terminar minha aula. Será que ficaram preocupados, na escola? Liguei para Kris e ela me avisou de um trabalho que teríamos que fazer em grupo... Eu tinha esquecido completamente! ela viria mais tarde a minha casa, ainda hoje.
Subi as escadas, rumo ao meu quarto e me sentei na cadeira de frente ao computador, encostei meu rosto na janela e fechei meus olhos, tudo o que acontecera se passava em minha cabeça como um filme, aquilo não podia ter sido real, era inacreditável!
Então abri meus olhos rapidamente quando lembrei que tinha que descobrir o que exatamente eu vi hoje... Que espécie de mulher era aquela? E aquele homem...
Eu descobrirei, nem que tenha que passar dia e noite pesquisando. Eu irei descobrir, sim!

